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Arcoverde sem controle: áreas públicas vem sendo ocupados sob os olhos das autoridades


Silenciosamente, mas com muita zuada de tijolos, latões e outros apetrechos, algumas áreas públicas sob o domínio da prefeitura, ou de outros entes federados, vem sendo ocupados sob os olhos das autoridades. Em algumas delas tem “locatários/invasores” que dizem abertamente que falaram com gente superior. Não vamos acreditar nisso, até porque autoridade do município cabe respeitar a lei e doar terreno somente se for de interesse público e mediante aprovação da Câmara de Vereadores. Vamos acreditar que o beneficiário esteja apenas usado o nome da autoridade em vão. Mas, independente disso, uma das áreas aonde pode-se ver a proliferação de barracas ou “lotes comerciais”, que poderia até ser a nova praça da alimentação da cidade, fica na Rua Neto Cavalcanti, mas precisamente na parte superior. Lá, aonde a menos de 5 anos existiam raras barraquinhas de lanches, várias pessoas estão sendo beneficiados por espaços sob os olhares fechados das autoridades municipais, ou não. Nada contra o direito de todos ganharem seu pão de cada dia, mas será que os outros desempregados, pessoas expulsas a força de seus pontos, não teriam o mesmo direito de chegar lá e instalar sua barraca? Qual o critério utilizado para a verdadeira linha de barracas montadas ao longo e por cima da antiga linha férrea da Neto Cavalcanti? A Câmara de Vereadores aprovou ou são apenas para os “eleitos” pelo governo municipal que podem ficar lá? Terá sido consultado o Ministério Público, ou a rede ferroviária, sobre essa benevolência do suposto “loteamento” das áreas públicas que também ocorre em outros locais da cidade? Rasgaram o código de postura e de obras da cidade, ou seguir o código não é mais legal? Enfim, a cidade volta no tempo e vale “aqui tudo pode, desde que...” Ainda tem espaço lá!

Túnel do tempo

Nos idos dos anos 90 era comum ouvir e ver prefeitos da época fazerem farra com os terrenos públicos ou mesmo se omitirem diante suas obrigações permitindo uma verdadeira desorganização urbana que ia desde a invasão de calçadas por ambulantes até pequenos lotes entregues sob as bênçãos do apadrinhamento político. O objetivo: gerar votos no futuro.
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